PARATY – Pousada Carol e Juju

 

Paraty, para mim e para todos. Com esse refrão apresentamos ao amigo leitor um lugarzinho aconchegante e acolhedor, quase a beira do lindo cais de Paraty e em frente a Praça da Paz, com seu campo de aviação.

Carol e Juju

 

A Pousada Carol e Juju não pode ser classificada como um estabelecimento comercial como a maioria das congêneres. Ela é mais uma extensão da nossa casa e exatamente a extensão da casa da Gabriela, sua proprietária.

 

Carol e Juju

É lindo ver o que se pode fazer com bastante carinho e boa vontade. Aproveitando o “quintal” de sua residência, Gaby construiu seis aconchegantes suítes, em dois pavimentos distintos, num misto de antiguidade com modernismo artesanal, se é assim podemos nos expressar.

 

Carol e Juju

Três em cima, três em baixo, todas com janelões e portas de madeira estilo colonial, piso frio, banheiros com box blindex, ventilador de teto, ar condicionado e a possibilidade de cada uma dessas suítes receber até quatro pessoas.  Em suas janelas cintilam, a noite, luzes especiais num arranjo de flores colocadas numa barquinha de madeira, trazendo muita beleza ao lugar.

Carol e Juju

O diferencial é a forma de apresentação desse “colonial exótico”. Cada suíte é pintada de uma cor própria e o hóspede recebe as chaves não só de seu apartamento, como da entrada da pousada, para ter plena liberdade de ação durante sua estadia. Lilás, Amarelo, Azul, RosaOcre ou Verdinho são as cores de seu “cantinho” especial. 

Carol e Juju

 

Fomos recebidos por Gabriela que nos informou de pronto: “Carol e Juju” são minhas sobrinhas e dei o nome da pousada assim para homenageá-las. São uns amores. Não espere encontrar uma recepção, saguão de entrada e coisas assim: vá entrando; é sua casa em Paraty.

Suíte amarela

Entre artesanatos dos mais variados, confeccionados na cidade; fogão e forno a lenha, que podem ser usados pelos hóspedes; e um ambiente ultra acolhedor, esgueiramo-nos para levar nossas “malas” para a suíte: a Amarela. Subimos cantarolando e plagiando os Beatles com o refrão: “Vamos descansando, na nossa suíte amarela, na nossa  suíte amarela…”

Bloco da Lama

Fizemos tudo com alguma pressa, pois já estávamos com fome e o nosso projeto Tour no Carnaval 2015 previa a cobertura do Bloco da Lama, bloco carnavalesco exótico que nos aguardava, assim como a outras milhares de pessoas, todas na Praia do Jabaquara, extremo oposto da cidade, para seu “desfile extravagante”. 

Carol e Juju

 

Antes de sairmos para “a lama”, lá veio a Gaby e sua assistente oferecerem-nos uma fruta, um suco e uma garrafa de água mineral. Tudo para que não saíssemos com fome, mesmo sabendo que iríamos almoçar antes de irmos ao bizarro evento. 

 

Carol e Juju

Se a pousada merecesse alguma recriminação seria a falta de um estacionamento próprio. No entanto os hóspedes tem a opção de deixar o veículo em frente a pousada, ou em estacionamentos da vizinhança. Nós, motociclistas, não temos aperto com isso, pois nossa moto será sempre bem-vinda e protegida na imensa varanda de entrada.

Carol e Juju

 

Depois do banho tomado; roupas suadas da viagem colocadas para secar sob um ventilador extra que já tem em todas as suítes; frutas e suco degustados; malas desfeitas e equipamentos ligados, deixamos tudo em harmonia para curtirmos Paraty.  

 

Paraty

Da rua da pousada temos acesso direto às do centro histórico e caminhar é a melhor solução por ali, já que carros e motos são impedidos de lá transitarem. Com seu calçamento tipo pé-de-moleque, andar vagarosamente por nessas ruelas nos remete ao passado colonial.

 

Bloco da Lama

Depois de nos aventurarmos “na lama”, no bloco mais “esquisito” do mundo, retornamos à Pousada para outro banho, esse demorado, para só mais tarde sairmos para os desfiles de carnaval de rua. O ambiente na pousada era bastante caseiro, com hóspedes interagindo com a proprietária e suas amigas, para o melhor aproveitamento da noite de momo em Paraty.

Paraty

O retorno em altas horas da noite foi tranquilo. Curtimos o Carnaval de Paraty e voltamos a pé em poucos minutos. Como tínhamos as chaves de nossa “casa paratiense”, foi só abrir as trancas e entrar, sem qualquer inconveniente, contemplando, nas proximidades, as dezenas de embarcações que se ancoravam na orla, aguardando os turistas do dia seguinte. Visão magnífica.

 

Carol e Juju

 

A noite passou tranquila e a recepção matutina já era esperada. Cada suíte da parte térrea era aguardada para o desjejum com sua mesa especial em frente a janela. As da parte superior, na pequena varanda interna.

 

 

Carol e Juju

 

O café da manhã era em estilo colonial e nem poderia ser diferente numa das cidades que mais representam o colonialismo no Brasil. Frutas, pães, bolos, geleias, sucos e doces, misturavam-se com os ornamentos preciosos do recinto, que nos remetiam diretamente ao ao período colonial brasileiro.

Paraty

A estadia em Paraty estava boa. Poderíamos ficar dias ali contemplando tudo aquilo que cidade e a pousada nos ofereciam. Mesmo antes de deixa-las já sentíamos saudades. Em poucos lugares do mundo temos a beleza encontrada nessas bandas, que quis o destino oferecer “para ti”, para mim e para todos.

 

Paraty

 

  

Por volta do meio dia nos despedimos de Gabriela e sua fiel assistente e rumamos de pronto à Vila de Trindade, outra pérola do litoral brasileiro.

 

 

Para conhecer a pousada acesse: http://pousadacarolejuju.com.br/

  Rua Campo de Aviação, nº 92 – Paraty -RJ

(24) 3371-8660 / (24) 98165-6851 (TIM)

          pousadacarolejuju@hotmail.com
              twitter.com/PousoCaroleJuju
        
 facebook.com/carolejujupousada

 

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CRÉDITOS

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texto e imagens: Marcos Duarte 

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Jornalista, advogado e editor do Portal D Moto, já foi colaborador da Revista Moto Adventure e do Portal Damas Aladas, trazendo imagens e textos dos mais diversos segmentos do motociclismo, já que pilota há mais 44 anos.

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