No rastro da Serpente – última parte

Nesta segunda matéria sobre o Rastro da Serpente, trazemos ao leitor a conclusão do percurso entre a cidade de Apiaí, em São Paulo; e Curitiba, no Paraná. Acompanhe esta aventura repleta de muita beleza natural, e centenas de fotos dos lugares mais lindos do trajeto.   

 **Clique nas fotos para abrir o slide show

Capão Bonito

 

Na primeira parte da matéria sobre o Rastro da Serpente, dissemos que deixamos São Paulo pela Rodovia Raposo Tavares rumo a Capão Bonito, que fica a 230km, e lá realmente tivemos o início de nossa jornada. 

 

Em Apiaí

 

Partindo de Capão Bonito demos uma pequena parada em Guapiara, para conhecê-la, e encerramos o percurso da primeira etapa da matéria em Apiaí. Aproveitamos os dias para dar uma “esticadinha” até Iporanga, conhecer o trecho em pleno PETAR. 

Em pleno PETAR

 

O motivo dessa divisão da matéria em duas etapas não foi por medo de enfrentar as mais de 1200 curvas da “Serpente” de uma só vez, mas para mostrar que o percurso, se bem explorado, pode levar meses para seu turno, dado as belezas naturais encravadas em cada montanha da região. 

Alto do Lajeado

Por falar em região, cumprindo o que prometemos na matéria anterior, trazemos uma reportagem especial sobre as “Luzes de Iporanga”, que tem assombrado a muitos e encantado a outros tantos. Fenômenos naturais? OVNIs? Espíritos? Acompanhe conosco.

 

Fernando Lages. Presidente do “100 limites”

 

Nessas duas empreitadas pela “Serpente”, pudemos contar com o apoio de membros do Motoclube 100 Limites, de Apiaí. Seu presidente Fernando Lages nos recebeu com bastante cortesia e chegamos a conhecer até o local onde se reúnem. À esses irmãos, nosso muito obrigado. 

 

Pousada da Diva

Os pernoites na região foram intercalados entre o Hotel Burkner, no centro de  Apiaí, e a Pousada da Diva, no caminho de Iporanga, em plena região cavernosa, onde existem tantos boatos e notícias sobre seres de outros planetas, discos voadores e profundezas da terra. Com certeza Júlio Verne e Von Daniken ficariam encantados.  

 

Vejam a matéria especial sobre as “luzes” de Iporanga 

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 AINDA DOMANDO A SERPENTE

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Rastro da Serpente

 

Tanque cheio, dedo na ignição e o ronco da Drag Star se fez ouvir forte mais uma vez. Em poucos minutos já deixávamos Apiaí, “serpenteando” agora pela BR 476, nome oficial do Rastro da Serpente até a cidade de Curitiba.

 

Serra da Serpente

 

Nesse trecho não há movimento intenso de caminhões como no primeiro percurso, o que faz que seu piso seja muito melhor conservado. Mesmo assim encontramos muitos pelo caminho, já que trata-se de rota natural entre dois Estados. 

 

Rastro da Serpente

 

Logo após deixarmos Apiaí, na parte alta da rodovia, era possível constatar que estávamos no alto de uma Serra imensa. A emoção era forte ante a grandeza do espetáculo da natureza.

 

 

Serra da Serpente

 

Chovia bastante e precisamos usar a capa, no entanto as sinalizações bem projetadas dava-nos a garantia de tranquilidade para pilotarmos com segurança naquelas condições. Até Curitiba ainda rodaríamos 170 km. 

 

Rastro da Serpente

 

Com a pista molhada não era possível “deitar” a moto nas curvas mais acentuadas, mais ainda pelo fato da Drag não ser tão boa nisso, em qualquer situação. Nesse quesito, prudência e calma eram as melhores aliadas. Por outro lado o ritmo mais vagaroso nos fez curtir cada km percorrido. 

 

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 CHEGANDO EM RIBEIRA/SP

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Ribeira/SP

A última cidade paulista estava a nossa frente, bem na curva do Rio Ribeira que, aliás, acompanhara-nos há mais de dois quilômetros ao lado da estrada. Pequenina, mas bonita, nem se pode dizer que a estrada passa pelo meio da cidade, pois na verdade Ribeira está postada 90% do lado direito da rodovia para quem vai ao Paraná, sendo só montanhas do outro lado. 

Ribeira/SP

 

Fizemos pequena parada na Praça da Matriz, mas não havia muito mais à ser visto na parte urbana da cidade. Por outro lado, os inúmeros atrativos naturais ficariam para outra oportunidade.

 

Ponte entre Ribeira e Adrianópolis

 

Alguns metros a frente encontramos a Ponte da Amizade, que divide o Estado de São Paulo com o Paraná. A primeira cidade paranaense, Adrianópolis, está situada exatamente ao “pé da ponte”, como que emendada com Ribeira.

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 ADRIANÓPOLIS/PR

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Adrianópolis/PR

Estamos num dos pontos mais baixo da nossa jornada, a apenas 160 metros do nível do mar. Daí para frente será só subida e das boas. Prepare o ânimo que tem muita aventura pela frente. Adrianópolis é minúscula, mesmo assim tem o dobro da população de Ribeira. Eles tem em comum tudo, nem parecendo que são duas cidades em Estados diferentes. 

Adrianópolis/PR

O nome é em homenagem ao minerador português Adriano Seabra da Fonseca, que foi um dos primeiros a fixar moradia na região, construindo casas, comércio e indústria. Por falar em minerador, a economia local está fundada especialmente na extração mineral. Da mesma forma que em Ribeira, as usinas extratoras de minérios dominam a cidade. 

 

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 SERRA ACIMA

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Adrianópolis / PR

Deixamos a cidade de lado começamos a subir indefinidamente. A pista era muito bem conservada, mas as “pinhas” das Araucárias espalhadas no asfalto, por causa da chuva que ainda caia, exigia cuidado extra. Com a subida da serra o fenômeno da neblina também passou a ser constante.

 

Rastro da Serpente

Em alguns trechos a neblina tampava toda nossa visão e em outros mostrava imagens surreais, de beleza única. A estrada é escavada na pedra em muitos trechos e não permitia qualquer tipo de erro na condução da motocicleta. Quase resvalávamos nas paredes rochosas, nas curvas mais acentuadas.  

 

Serra da Serpente

 

Marcas de deslizamentos antigos podem ser vistas em todo o trajeto de subida, já protegidos por paredes em pedra. No entanto haviam alguns pontos com deslizamentos atuais, que estavam sendo contidos com máquinas na pista e cones de segurança.  

Rastro da Serpente

 

Nesse trecho da aventura cruzamos com muitos motociclistas que faziam o percurso inverso, vindo do Paraná em direção de São Paulo. Dava para sentir que desciam felizes pela “Serpente”, quase sempre em grupos de duas ou três motos. 

Serra da Serpente

A chuva forte deu uma trégua, mas uma garoa fina persistiu por algum tempo durante a subida. Alguns carros amargavam defeito ou pneu furado e era possível vê-los parados no meio da rodovia. O pior era ver a ‘confraternização em família” no meio da pista, colocando a eles próprios e aos outros em sérios riscos.

 

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CHEGANDO EM TUNAS DO PARANÁ/PR

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Tunas do Paraná

 

Saímos de Ribeira, a 160 metros de altitude, e chegávamos em Tunas do Paraná, com quase 900 metros. Mais de 600 metros morro acima com o clima ainda bastante instável. Com esse cenário a cidade praticamente convidou-nos a parar. 

 

Tunas do Paraná

 

Tunas é um ponto estratégico para quem percorre a Serra do Rastro da Serpente, vindo de São Paulo. Por questões logísticas, muitos aventureiros pernoitam nessa cidade para não enfrentarem o caos do trânsito em Curitiba, sempre no fim de tarde. 

Hotel Straub

 

Também é em Tunas que muitos aventureiros abastecem suas motos e se alimentam, contando com isso como Posto e Restaurante Straub. Os que pernoitam costumam usar do Hotel Straub, com mais de 50 anos de tradição. 

 

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 SEGUINDO A VIAGEM

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Rastro da Serpente

Os quilômetros foram ficando para trás sob as rodas da valente Drag Star. A chuva definitivamente parou e o sol deu o ar da graça no resto do trajeto. Pilotar estava mais gostoso. A altitude era por volta dos 900 metros, porém sempre subindo e descendo, estrada afora. As curvas, cada vez mais imponentes, nos acompanhariam por muitos quilômetros. 

Rastro da Serpente

Esse trecho entre Tunas e Bocaiúva do Sul tem cerca de 35 kms. A pista é boa, mas ora tinha muitos remendos, ora estava em processo de recapeamento quando passamos. Nessa fase final da jornada o glamour do passeio estava ficando um pouco desgastado: Ainda bem que pernoitamos em Tunas do Paraná. Como Curitiba já estava próxima, o trânsito ficava mais intenso e nervoso.  

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EM BOCAIÚVA DO SUL/PR

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Bocaiúva do Sul

 

Bocaiuva está a quase 1000 metros de altitude e, sediada perto de Curitiba, acaba sendo uma autêntica cidade satélite, como temos nas adjacências das principais capitais e cidades grandes. A BR 476 passa exatamente em sua parte central. 

 

Bocaiúva do Sul

São pouco mais de 11 mil habitantes concentrados em algumas ruas, já que sua economia está basicamente centrada na área rural. A exploração de minérios como o chumbo, prata, pedra ferro, mármore, argila, cobre, cal e barita; assim coma a madeireira e a agropecuária, predominam no município. A parte industrial é ainda incipiente. 

Bocaiúva do Sul

Pelo que se percebe o comércio do local depende muito dos usuários da BR 476, chamada na parte urbana da cidade como “Estrada do Ribeira”. Proliferam, no perímetro urbano da BR, muitos postos de combustíveis, borracharias, mecânicas de autos e caminhões, etc, bem como lojas de artigos diversos. 

 

Bocaiúva do Sul

 

A Matriz de Santo Antonio de Pádua fica numa bonita praça na região central da cidade e é um convite para visitarmos, já que acoplada a um ginásio de esportes, a um pequeno parque arborizado e a um playground. 

 

Bociúva do Sul

 

A Igreja é bastante ampla, ostentando duas torres com dois relógios. A pena é que ambos não funcionam corretamente e cada qual marca as horas ao seu tempo. Como dizem por lá: “Mais valeria um relógio funcionando, que dois quebrados!”. 

 

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NO ÚLTIMO TRECHO

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Rastro da Serpente

Deixamos Bocaiuva do Sul e retomamos a BR 476, agora já com ares de periferia de cidade grande. Embora persistissem as curvas da “Serpente”, estávamos próximo de seu “rabo”, logo, com muita agitação. A tranquilidade da viagem passou a ceder espaço a tensão. Habitações a beira da estrada, industrias e saída de bairros passaram a despejar na pista motoristas e veículos de todo tipo. 

Rastro da Serpente

Evidente que já conhecemos bem isso aqui em São Paulo, mas ficamos desacostumados durante a viagem.  Aqui um que entrava com o caminhão na pista sem avisar, ali um “chevetinho envenenado” queria ultrapassar-nos; lá na frente um “busão” com uma fila de pessoas atravessava a pista sem olhar…  

Rastro da Serpente

 

Ufa! Colombo está a vista e a aventura estava terminando. Ainda bem que não passamos por isso no final da tarde: seria trágico. Colombo é uma cidade anexa a Curitiba, uma espécie de Osasco em relação a São Paulo. 

 

Colombo/PR

 

A “estradinha” de outrora, com pista única encravada na pedra, dava lugar agora a avenidas imensas, com várias pistas em cada direção. Colombo, em si, fica um tanto retraída mas um de seus “braços” faz parte da grande metrópole. 

 

Colombo/PR

 

Demos uma paradinha básica para repor (e depor) líquidos em nosso organismo e seguimos viagem, agora nos corredores entre os carros. Ufa! Há quanto tempo não fazíamos isso mesmo? 

 

Curitiba/PR

 

A BR 476 tem seu fim exatamente na confluência com a BR 116, na rotatória de Atuba, já na cidade de Curitiba. Agora era percorrer as imensas avenidas da grande metrópole a procura dos atrativos que a cidade oferece.  

Curitiba/PR

Em Curitiba parece não se dar o devido valor à essa rota fantástica. Se tivemos uma boa acolhida em Capão Bonito, no início do trajeto, o mesmo acontecendo em Apiaí, onde a cidade respira ares da “Serpente”, a recepção em Curitiba é praticamente inexistente. Não conhecemos um só lugar que ouvissem falar do Rastro da Serpente, a não ser alguns boatos equivocados. 

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CONCLUSÃO

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Rastro da Serpente

01-A avaliação final sobre Projeto Serpente, desde a primeira parte, foi bastante positiva. É plenamente possível cumprir o percurso total num bate e fica de final de semana, embora nós tenhamos usado muitos dias para completarmos as matérias que pretendíamos trazer à você.   

Capão Bonito

 

02-Como sugestão àqueles que partem de São Paulo, a dica é sair bem cedo. O início do roteiro fica em Capão Bonito (230 km de SP) e, dependendo de sua moto e estilo de pilotagem, pode levar quase 3 horas para chegar. 

Capão bonito

03-Em Capão Bonito você poderá esperar amigos se recompor para a viagem. Lá se colhe as informações que preciss para a aventura que se inicia; se dá um check-up na moto, abastece, etc.  Até Apiaí serão mais 100 km de muitas curvas e, se for muito rápido perderá a beleza do lugar e estará sujeito a algum acidente.  

Placa da Serpente

04-Em Apiaí não esqueça da foto tradicional na placa da “Serpente” e ao lado do “Escravo Luiz”, ambos no Morro do Ouro. Aproveite para conhecer a Casa do Artesão, do outro lado da pista e recheie os alforjes de guloseimas. O figo cristalizado coberto com chocolate é divino.

Grego

 

05-A rodovia passa pelo centro da cidade, uma boa hora para fazer as pazes com o estômago e de maneira bastante satisfatória. Há o Grego, em frente da antiga placa da Serpente. Procure pela Helena.  

 

Tuk´s Cantina

 

06-Se resolver passar a noite na cidade de Apiaí, você poderá curtir momentos incríveis na Tuk’ s Cantina, com um ambiente aconchegante e um serviço de primeira, sem falar na comida deliciosa.

Rastro da Serpente

 

07-A partir de Apiaí a rodovia fica mais interessante e, consequentemente, mais perigosa. Até Ribeira você encontrará muitas curvas e pista quase sempre úmida ou com neblina. Essa região serrana costuma ser assim. Todo cuidado ao pilotar. 

Ribeira/SP

08-Numa tocada tranquila você provavelmente chegará em Ribeira por volta das 14 as 15 horas. Atravessar a fronteira com o Paraná são “dois palitos”. Agora será só subida, 600 metros morro acima. Curvas e mais curvas, paisagens lindíssimas e, possivelmente, neblina. 

Tunas do Paraná

 

09-No alto da serra está a cidade de Tunas do Paraná. Uma parada para esticar as pernas, abastecer, comer algo, etc. sempre vem a calhar. Levando em conta que faltam apenas 70 km para Curitiba, em trecho mais tenso, pode ser conveniente pernoitar aqui.

Hotel Straub

10-Aproveite para explorar o local e se instale no Hotel Straub. Vá acostumando com esse nome, os Straubs são tradicionais há mais de 50 anos em Tunas. Cuide agora de guardar a moto, tomar um banho, curtir um bom jantar e descansar para o dia seguinte, que vai ser fatigante.  

Rastro da Serpente

 

11-O trecho seguinte da aventura parece perder um pouco do seu encanto e o piloto deve se preocupar mais com a condução da moto que com a paisagem. Qualquer erro pode ser fatal, ainda mais que esse trecho é mais movimentado e tenso.

Jardim Botânico de Curitiba

 

12-Se recomeçar o trajeto bem cedo poderá estar em Curitiba pouco depois das 8 horas da manhã, suficiente para uma visitinha no Jardim Botânico ou outro lugar qualquer e tratar do trajeto de volta. É conveniente não voltar depois das 11 horas da manhã. 

BR 116

 

13-O retorno pode ser feito rapidamente pela BR 116 e seguindo este roteiro você poderá estar em Sampa no finalzinho da tarde ou começo da noite, com previsão para paradas para almoço e descanso pelo caminho. 

Rastro da Serpente

 

14-Essa sugestão, evidentemente, pode variar de acordo com a disposição de cada um, com o tipo e o tamanho da moto que se usa, ou se está com ou sem garupa. Adapte-o ao seu modo e dome a “Serpente” do seu jeito.

Apiaí/SP

 

15-O Certificado Oficial de conclusão do trajeto pode ser adquirido no Posto BR, em Apiaí. Trata-se de um lindo diploma, em papel especial, que certamente lhe trará boas recordações dessa magnífica aventura.   

 

Certificado de Conclusão

Com esta matéria exclusiva o Portal D Moto deseja à você todas as alegrias que tivemos durante esse percurso da Serra do Rastro da Serpente, especialmente da simpatia dos amigos que fizemos nesses dias todos de jornada, que com certeza passarão a serem seus amigos também.

 ASSISTA O VÍDEO COMPACTO DO TRAJETO ENTRE APAÍ E CURITIBA 

CONFIRA A PRIMEIRA PARTE DESTA AVENTURA PELA SERPENTE

RASTRO DA SERPENTE – 1ª PARTE

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CRÉDITOS

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texto e Imagens: Marcos Duarte 

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POUSADA DIVA – PETAR – Iporanga

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Jornalista, advogado e editor do Portal D Moto, já foi colaborador da Revista Moto Adventure e do Portal Damas Aladas, trazendo imagens e textos dos mais diversos segmentos do motociclismo, já que pilota há mais 44 anos.

2 Comments

  1. Mauro Maluf disse:

    Marcos, obrigado pelas dicas, depois de passar alguns meses paquerando sua pagina, criei coragem, chamei um amigo e fomos de XL250r. O Rastro da Serpente é sem dúvida o sonho de qualquer motociclista! Grande abraço!

    • Marcos Duarte disse:

      Em primeiro lugar agradecemos por curtir o nosso Portal D Moto. Quanto ao passeio o lugar é mesmo fantástico. Passamos mais uma vez pelo Rastro da Serpente há dez dias atrás (16/06/17) e existem muitas obras entre Capão Bonito e Apiaí, e várias outras já no estado do Paraná, obrigando aquele famoso rodízio do SIGA/PARE. Pelo menos fizemos boas amizades em todas essas paradas.

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